terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Comemoração dos 34 anos do Partido dos Trabalhadores



No dia 10 de fevereiro, o PT comemora seu 34º aniversário de fundação

Esta data marca igualmente o décimo primeiro ano dos governos do PT no Brasil, com Lula e Dilma que promoveram um dos mais profundos processos de mudanças sociais da história de nosso País.
Diante da relevância histórica dessa data, a Comissão Executiva Nacional enfatiza a importância de os diretórios municipais realizarem em todo o Brasil atos e eventos comemorativos nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro, datas que antecedem o ato central de comemoração ao 34º aniversário, em São Paulo, no dia 10.
Os eventos comemorativos devem se transformar em um momento de organização e mobilização em favor da campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff e do nosso projeto democrático e popular.

São Paulo, 27 de janeiro de 2014
Comissão Executiva Nacional do PT

(pt.org.br)
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

PT celebrará 34 anos com chamamento nacional em defesa da reeleição de Dilma Rousseff

Para celebrar o aniversário de fundação e os 11 anos à frente do governo federal, Partido realiza um ato nacional no próximo dia 10 de fevereiro

O evento acontecerá no Centro de Convenções do Anhembi, em São Paulo, auditório Elis Regina.
A presidenta Dilma Rousseff deverá estar presente no ato, assim como parlamentares e militantes.
De acordo com o presidente nacional do PT, Rui Falcão(foto), o partido vai aproveitar o momento festivo para conclamar a nação petista para a criação de uma corrente nacional em defesa da reeleição da presidenta Dilma Rousseff.
“Vamos aproveitar esse momento para fazer um chamamento aos diretórios estaduais e municipais para promoverem debates, encontros, bandeiraços, festas e jantares para celebrar os 34 anos do partido, os 11 anos de conquistas do nosso governo e para transformar esse momento em uma corrente nacional em prol da reeleição de Dilma”, explicou Rui Falcão.
Para o dirigente, o conjunto do partido, além de defender a continuidade do projeto democrático e popular na esfera federal, precisa centrar forças na eleição de um maior número de governadores e na ampliação das bancadas estaduais e federais.
Rui Falcão fez questão de esclarecer que o evento nacional que acontecerá no próximo dia 10 trata-se de um chamamento da militância e não do pré-lançamento da candidatura da presidenta Dilma à presidência da República. Diferentemente do que a imprensa vem noticiando nos últimos dias.
Ele disse ainda que os diretórios devem realizar os eventos regionais dos dias 7 a 9 de fevereiro, período que antecede o ato nacional que acontece em São Paulo.
(Benildes Rodrigues - PT na Câmara) {pt.org.br)
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Comemoração dos 34 anos do Partido dos Trabalhadores

No dia 10 de fevereiro, o PT comemora seu 34º aniversário de fundação.




Esta data marca igualmente o décimo primeiro ano dos governos do PT no Brasil, com Lula e Dilma que promoveram um dos mais profundos processos de mudanças sociais da história de nosso País.
Diante da relevância histórica dessa data, a Comissão Executiva Nacional enfatiza a importância de os diretórios municipais realizarem em todo o Brasil atos e eventos comemorativos nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro, datas que antecedem o ato central de comemoração ao 34º aniversário, em São Paulo, no dia 10.
Os eventos comemorativos devem se transformar em um momento de organização e mobilização em favor da campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff e do nosso projeto democrático e popular.

São Paulo, 27 de janeiro de 2014
Comissão Executiva Nacional do PT
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Documento revela doações não registradas para campanha de FHC

ANDRÉA MICHAEL

WLADIMIR GRAMACHO
da Folha de S.Paulo


Planilhas eletrônicas sigilosas do comitê eleitoral de Fernando Henrique Cardoso revelam que sua campanha pela reeleição, em 1998, foi abastecida por um caixa-dois, expediente ilegal. Pelo menos R$ 10,120 milhões deixaram de ser declarados ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Os documentos trazem à tona, pela primeira vez, detalhes do subterrâneo financeiro da campanha presidencial. Ali, descobre-se que R$ 1 em cada R$ 5 arrecadados foi parar numa contabilidade paralela, cujo destino final ainda é desconhecido.
A leitura dessas planilhas também desvenda um poderoso esquema de arrecadação de fundos. Um grupo de alto nível -composto pelo hoje ministro Andrea Matarazzo (Secretaria de Comunicação), pelo empresário Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira (Ipiranga) e pela banqueira Kati Almeida Braga (Icatu), entre outros- visitava empresários e negociava doações.
Nos bastidores, o trabalho era reforçado por pessoas ligadas ao ex-secretário presidencial Eduardo Jorge Caldas Pereira. Entre elas: Jair Bilachi (ex-presidente da Previ), Pedro Pereira de Freitas (presidente da Caixa Seguros) e Mário Petrelli (ex-sócio de EJ).
As planilhas foram criadas por Sérgio Luiz Gonçalves Pereira. Serviam para sistematizar informações obtidas por seu irmão, o ex-ministro Luiz Carlos Bresser Pereira, presidente do comitê financeiro de FHC nas duas campanhas presidenciais (1994 e 1998).
Procurado pela Folha, Bresser admitiu haver utilizado planilhas para organizar a contabilidade da campanha. Mas disse tê-las jogado fora e não se lembrar exatamente de seu conteúdo.
O ex-ministro, no entanto, negou a autoria da principal e mais completa planilha, que faz parte de oito arquivos obtidos pelo Ministério Público durante as investigações sobre o caso EJ. A Folha tem cópia dos documentos.
Os recursos não declarados ao TSE estão descritos em 34 registros existentes na planilha principal. Eles indicam que o comitê financeiro de FHC recebeu pelo menos R$ 53,120 milhões.
É mais do que os R$ 43 milhões declarados oficialmente. Porém menos do que o limite de gastos fixado previamente pelo próprio comitê, de R$ 73 milhões, e informado ao TSE. Havia, portanto, margem de sobra para que todas as doações fossem declaradas -o que não foi feito.
Especialistas ouvidos pela Folha disseram que o uso de caixa-dois numa campanha eleitoral pode motivar ações por falsidade ideológica, corrupção eleitoral, sonegação fiscal e evasão de divisas.
Segundo o artigo 21 da Lei Eleitoral (9.504/97), "o candidato é o único responsável pela veracidade das informações financeiras e contábeis de sua campanha".
A soma de R$ 10,120 milhões no caixa-dois da reeleição é um cálculo conservador. Deixa de fora outros R$ 4,726 milhões, doados por empresas que constam da lista do TSE, só que com valores menores do que os da planilha mais completa. Ou ainda por um grupo de empreiteiras cujos valores foram lançados nessa planilha sob a rubrica de uma associação de classe.
Nos últimos dois meses, a Folha procurou uma centena de executivos e empresários. A maioria deles não quis falar abertamente sobre o assunto. Mas, em 14 conversas, 11 delas gravadas, pessoas que estavam dos dois lados do balcão, arrecadando fundos ou doando recursos para a reeleição, comprovaram a veracidade das planilhas montadas por Sérgio Pereira e utilizadas por seu irmão.
Além de Bresser, dois executivos tinham a chave do cofre da campanha: Egydio Bianchi e Adroaldo Wolf. Sob o compromisso de que não tivesse seu nome revelado, um deles confirmou à Folha que parte das doações não foi declarada ao TSE.
"Dizer que não há doações que não passam pelo oficial não tem cabimento. Mas o grosso está na contabilidade. Se algo ficou de fora, foi marginal", minimizou o tucano. O executivo, porém, negou-se a quantificar com objetividade esses recursos paralelos.
A principal planilha obtida pela Folha tem data de 30 de setembro de 1998, portanto quatro dias antes da reeleição do presidente. Na ocasião, a contabilidade de Bresser ainda não havia registrado todas as contribuições feitas à campanha eleitoral de FHC.
Outras doações, no valor de R$ 8,2 milhões, foram feitas nos dias subsequentes à eleição, o que também contraria a lei. É provável que exista uma planilha mais atual, com a contabilidade final da campanha, à qual o jornal não teve acesso.
A tabela obtida pela Folha totaliza R$ 39,521 milhões em doações: parte confere integralmente com o que está no TSE (R$ 15,224 milhões), outra apenas parcialmente (R$ 14,177 milhões) e uma terceira não consta da declaração oficial (R$ 10,120 milhões).
Os responsáveis por este último valor apresentaram à Folha explicações oblíquas e contradições a respeito do que está escrito no documento. Em comum, apenas o desconforto ao tratar de um tema que virou tabu na política brasileira.
O publicitário Roberto Duailibi, da agência DPZ, por exemplo, entrou em contradição ao falar sobre as doações feitas por sua empresa. A principal planilha informa que a DPZ contribuiu com R$ 200 mil.
Em três conversas com a Folha, Duailibi começou com uma afirmação categórica: "Colaboramos dentro dos parâmetros da lei". Numa segunda conversa, mesmo não confirmando o dado da planilha, foi específico: "Foram R$ 7.500, naquele sistema normal de partido (recibos eleitorais)". Por fim, ao saber que isso não estava no TSE, ligou para o jornal e recuou: "Nós não contribuímos".
O empresário Geraldo Alonso, da agência Publicis Norton, disse que não deu dinheiro para o comitê, mas admitiu haver prestado serviços de publicidade. Exatamente o que informa a planilha, segundo a qual esse trabalho teria sido avaliado em R$ 50 mil.
Mais tarde, Alonso também procurou a Folha para negar a doação. "Acho que a vontade de prestar serviços era grande. Mas nós não prestamos", disse ele, ao justificar a negativa.
Nem todos os envolvidos negaram doações que escapam aos registros do TSE. A banqueira Kati Almeida Braga (Icatu), que também ajudou a coletar fundos, admite que uma de suas empresas, a Atlântica Empreendimentos Imobiliários, contribuiu para a reeleição. Segundo a planilha, foram R$ 100 mil. O comitê financeiro não registrou essa doação na contabilidade oficial.
Kati negou-se a dar entrevistas. Apenas enviou ao jornal documentos provando que tem recibo eleitoral do PSDB e que, portanto, está quite com a lei. Implicitamente, atribuiu a falha ao partido de FHC.
De Belém, o presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Edson Franco, conta como as universidades foram atraídas para a campanha.
"Fui procurado pelo ex-ministro Bresser Pereira e sei que várias instituições contribuíram. A (Faculdade) Anhembi-Morumbi contribuiu, com certeza. Se não estou enganado, a Universidade Ibirapuera e a Unip, do (João Carlos) Di Gênio, também", disse Edson Franco. Nenhuma delas está no TSE.
Reitor da Universidade da Amazônia (Unama), Franco negou que a instituição tivesse doado R$ 20 mil, como informa a planilha. Quem doou R$ 20 mil foi a ABMES, o que foi considerado ilegal pelo TSE. Ainda assim, o reitor dá outras pistas sobre contribuições paralelas.
"Eu investiguei o negócio. A contribuição foi de R$ 10 mil, dada por cinco pessoas da Unama, cada uma com R$ 2.000. Foram Paulo Batista, Graça Landeira, Antônio Vaz e não sei os outros dois", relatou Franco. O TSE também não tem registro de nenhum deles.
A empresária Nely Jafet, irmã do ex-prefeito Paulo Maluf, só doou para a campanha sob a condição expressa de que a contribuição -R$ 50 mil, segundo a planilha -fosse para o caixa-dois.
"Dei uma contribuição pequena. Não lembro de quanto. Foi em dinheiro e pedi para não registrar (no TSE), porque eu não queria aparecer para que outros candidatos não começassem a pedir", justificou Nely Jafet, que tem relações cortadas com Maluf.
A maior doação não declarada ao TSE, de R$ 3 milhões, é atribuída pela planilha ao hoje ministro Andrea Matarazzo, da Secretaria de Comunicação da Presidência. Dinheiro sem procedência nem destino conhecidos, de acordo com o documento.
"Não pode ser. Não conheço a planilha. Não tenho idéia. Muito menos valores desse tamanho", reagiu Matarazzo. "Eu não fui arrecadador. Não me ponha como arrecadador. Fiz alguns jantares com empresários. E só", rebateu o ministro.
Seus colegas de campanha dizem coisa diferente. "O Andrea também foi (arrecadador), no começo", lembra Bresser. "Havia uma certa competição, talvez em função da vontade dele de ir para Brasília", conta o publicitário Luiz Fernando Furquim, outro coletor.
No Rio de Janeiro, Kati Almeida Braga procurou 18 empresários para recolher doações. No périplo, bateu à porta da Sacre, onde obteve R$ 50 mil para FHC. Contou com a simpatia do banqueiro foragido Salvatore Alberto Cacciola, dono da empresa.
Até mesmo Wagner Canhedo (Vasp) -que deve R$ 3 bilhões -foi procurado. A contribuição dada pelo empresário, de R$ 150 mil, não tem registro no TSE. A assessoria de Canhedo confirmou a doação, mas não precisou o valor.
Apesar da soma expressiva recolhida pelo grupo de Bresser -mais da metade dos R$ 43 milhões declarados ao TSE-, a tarefa não foi fácil. Nada menos que 309 dos contatados frustraram o assédio.
Dentre as doações obtidas a fórceps, porém, nenhuma se compara à da Coteminas, indústria têxtil que pertence ao senador José Alencar (PMDB-MG).
A empresa vendeu 2,1 milhões de camisetas aos tucanos e, por causa delas, amargou uma dívida de R$ 3 milhões, ainda não quitada. Para fechar o negócio, a Coteminas foi instada a entregar como doação outras 415 mil peças e a distribuí-las de acordo com indicações da campanha. Algo avaliado em R$ 589 mil, registrado pela empresa em notas de doação e que deveria ter sido, obrigatoriamente, declarado ao TSE. Mas não foi.
O empresário Josué Gomes, vice-presidente da Coteminas e filho do senador, não só reconhece a doação como reclama a falta dos recibos eleitorais. "Para minha surpresa, não recebemos os bônus (recibos). Você faz a doação, mas o partido é que é responsável pela entrega dos bônus", disse Gomes. Agora, ele sabe que não é o único doador que o comitê de FHC deixou sem recibo.(folhaonline/12/11/2000 8:34 h)

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Dilma anuncia investimentos em mobilidade para Minas Gerais

A presidenta Dilma Rousseff anuncia hoje (17), em Belo Horizonte, novos investimentos em mobilidade urbana para o estado de Minas Gerais. Ela estará acompanhada pelo ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.

Marcada para as 10h, a cerimônia marcará o repasse de recursos para as obras selecionadas pelo Pacto da Mobilidade Urbana. O montante faz parte dos R$ 50 bilhões que o governo federal decidiu investir no setor, além dos R$ 93 bilhões previstos, após as manifestações de junho, que reivindicavam, entre outras coisas, melhorias no transporte público.
De acordo com o Ministério das Cidades, a prefeitura de Belo Horizonte e a Caixa Econômica Federal vão assinar, no evento, contrato de financiamento para obras de mobilidade urbana do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Grandes Cidades e dois contratos de contrapartida do município para obras de mobilidade urbana, encostas, drenagem e pavimentação.
O ministério informou que R$ 5,4 bilhões já foram investidos em Minas Gerais para obras de mobilidade urbana do PAC, divididos em 19 diferentes empreendimentos. Os recursos são do Orçamento Geral da União (R$ 1,2 bilhão), de financiamento público com juros subsidiados (R$ 2,4 bilhões), do setor privado (R$ 1,2 bilhão) e de contrapartida do estado e do município (R$ 600 milhões).
Após o anúncio, Dilma retorna a Brasília, onde recebe, às 16h, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, no Palácio da Alvorada.
(Agência Brasil)
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Companheiros(as) acessem essa página....Importante para quem é filiado neste ano
http://www.pt.org.br/arquivos/boletim_sacenovo.pdf

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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Golpes da DEMOPSeuDoBurguesia & afins....

Publicado em 2010 e tão atual, prova que os golpistas de plantão não se intimidam, apesar de não terem mais a força que detinham de 1964 a 2000....

Golpe da PSeuDoBurguesia em andamento
A vovó Albertina está preocupada com o rumo que andam tomando determinados grupinhos políticos, na clara visão de armarem e tentarem um golpe. O Brasil não aceita mais isso e vai um artigo pra o Brasil e o mundo lerem: 


                     OS GOLPISTAS DO BRASIL


O regime democrático no Brasil começa a vigorar efetivamente a partir de 1989 com a primeira eleição presidencial após 29 anos sem a população escolher um presidente por voto universal. Eventos estranhos ocorrem em nosso país, plantando fatos, muitos deles estranhos, com nítido interesse de tumultuar o pleito ou a administração, levando muitas vezes ao povo uma verdade de fatos que não são reais ou ampliando na tentativa de iludir eleitores. Apresentamos abaixo passagens ocorridas nesses vinte e um anos de democracia para o leitor tomar conhecimento da manipulação de acontecimentos e possa fazer uma análise da história da jovem democracia brasileira. 
1989 – Seqüestro do empresário Abílio Diniz e sua libertação diante das câmeras de tevê. Aparece no debate presidencial da TV Bandeirantes mulher com filho de Lula num episódio nunca antes presenciado pelos brasileiros.
1994 – O plano real elaborado por economistas seguiu a risca determinação do FMI e foi utilizado para fazer o sucessor num momento que o Brasil passava por grandes privatizações. O resultado foi um alto índice de desemprego e inflação.
1998 – A grande mídia não noticia a crise mundial e a quebra do país. FHC é reeleito. Após sua vitória no 1° turno o real se desvaloriza, quebra empresas nacionais que tinham tirado empréstimos em dólar e a culpa recai sobre o México e outros países. Bancos brasileiros quebram e são vendidos de maneira irrisória. Bamerindus é vendido ao HSBC por R$ 1,00. Banco Nacional entregue ao Unibanco que contava com participação de grupo financeiro estrangeiro.
2002 – Março de 2002: No dia 1° de março Polícia Federal invade, “legalmente”, empresa Lunus Serviços e Participações, cujos sócios são Jorge Murad e Roseana Sarney, (PFL), governadora do Maranhão. O Governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, procura Sarney e lhe comunica o que foi oferecido a ele por um interlocutor agindo em nome do deputado Márcio Fortes, coordenador da campanha de José Serra. Era um DOSSIÊ em três partes, a primeira com doações para campanha, segunda continha denúncias contra a administração e negócios duvidosos. A terceira parte, indiscreta, trazia fotos íntimas, segundo o governador, eram nojentas. Sarney informa a FHC que agentes da ABIN estiveram no Maranhão.
Maio de 2002 - O tucanato se desespera, tentam um terceiro mandato de FHC que desiste aconselhado por alguns militares, enquanto Lula sobe nas pesquisas. Silvio Santos surge como candidato do PFL, logo torpedeado por grupo ligado a José Serra.
Apesar de ter a imprensa contra, Lula consegue eleger-se no segundo turno.
2003- Começa em 1° de janeiro a trama pra derrubar Lula, uma articulação da extrema direita e parte da burguesia, principalmente a baseada em São Paulo, que não admitiu a derrota e tampouco que o Brasil viesse a sofrer mudanças sociais. Surge em 2005, na imprensa com enorme destaque um suborno de R$ 3.000,00 a um funcionário dos Correios e isso gera uma CPI. Tentam através do caso promover um desgaste do presidente que começava a mudar os rumos do país, falavam em golpe abertamente pondo em dúvida as instituições brasileiras. No contraponto a Polícia Federal começa investigar sonegadores e a onda acaba batendo em antigos intocáveis - Daslu, milhões de dólares ilegais, negociatas - enquanto opositores tramam, começa chegar ao cidadão rastros de desvios de dinheiro realizados por opositores que agiam à margem da lei.
Não conseguiram o golpe para derrubar o presidente, pois se acreditava que um dos que defendeu a “governabilidade” do presidente Lula foi o então líder do PSDB, Artur Virgílio, senador pelo Amazonas. O líder da oposição afirmava, “deixem ele terminar o mandato e então faremos o sucessor pois não ganha mais nenhuma eleição no país”.
2006 - Vieram as eleições e surge o então governador de São Paulo, Geraldo Alckmin para disputar o pleito, quando tudo indicava a volta dos tucanos vem a surpresa nas pesquisas, Lula ganharia no 1° turno. O alto comando da oposição divulga dinheiro apreendido pela PF, com delegado chamando a imprensa para filmar e fotografar, o que não podia por determinação do ministro da justiça e da própria justiça federal. Isso fez com que faltando um pouco, a eleição fosse ao segundo turno, onde Lula venceu com o maior número de votos já obtido por um candidato a presidência no Brasil. O país assistiu a três anos e oito meses de governo, enfrentou uma crise mundial que o presidente Lula chamou de “marolinha”, muitos debocharam, investiram contra, entretanto o país passou pela tormenta e ainda houve setores que cresceram.
2010 - Quando os opositores acreditavam que fariam o sucessor através da imposição do nome do ex- governador de São Paulo, pesquisas realizadas por institutos mostram uma frágil liderança. Dados caluniosos vêm à tona através de veículos de comunicação. Parte da imprensa começa a ter dúvidas quanto as calúnias. O governo Lula suspeita de tentativa de golpe e foi tentado até no Clube da Aeronáutica, com surpresa para oficiais que cuidam da comunicação. A imprensa ficou impedida de assistir a palestra do candidato José Serra. Os militares não o levaram a sério.
A maioria dos partidos, um grande número de empresários e principalmente a população brasileira querem que o Brasil continue crescendo, com gestão transparente, sem baixaria. Isso é demonstrado pela popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com aproximadamente 85% de aprovação, entre ótimo e bom, índices nunca alcançados por nenhum presidente desse país. (S. Paulo Terranova)
Pois é, vejam bem essa é a história recente do país e não se falou das inúmeras maracutaias do governo de Fernando Henrique e seu ministro do Planejamento e outros....
Como eu sempre digo, aquela música MPB tem tudo a ver:
É PRECISO ESTAR ATENTO E FORTE... NÃO TEMOS DE TEMER  OS GOLPISTAS....
ABRAÇOS!!!!