Recentemente, a presidente Dilma Roussef voltou a utilizar a figura
do Velho do Restelo ao se referir aos pessimistas do país. “A vida me
ensinou a enfrentar e superar os Velhos do Restelo, que sempre apostam
no quanto pior melhor”, escreveu a presidente em uma rede social. Uma
das passagens mais conhecidas d’Os Lusíadas, de Camões, o velho é a
personificação dos setores da sociedade que, à época, posicionavam-se
contrários à expansão marítima. Ele é a voz da resistência ao progresso e
ao desenvolvimento e representa o conservadorismo dos pessimistas.
Trazendo o caso para a Serra de São Domingos, não há como não relacionar o episódio aos recentes acontecimentos políticos de Poços de Caldas, sobretudo o que envolve a licitação para contratação de empresa especializada na prestação de serviços de limpeza pública no município.
A administração municipal - preocupada em recuperar a cidade e, principalmente, em prestar um serviço de excelência, completo, amplo e que responda às expectativas daqueles que, cansados do “mais do mesmo”, inovaram e renovaram na última eleição municipal – elaborou um edital cujos itens vão desde a coleta regular de resíduos sólidos, passando pela coleta seletiva, educação ambiental, varrição, capina e limpeza mecanizada, entre outros.
Em resumo, um serviço de grande monta e relevância que, por sua natureza e especialização, exige cuidados e garantias em relação às empresas participantes, sob pena de prejuízos ao erário público. A partir da perspectiva da implantação de uma nova forma de se pensar a limpeza pública, os Velhos do Restelo de sempre logo se posicionaram como aves de rapina, na busca incessante pela paralisação da máquina pública.
Agora, com a liberação do processo licitatório pelo Tribunal de Contas do Estado, os ícones do mau agouro ficarão à margem, como o citado personagem de Camões, a praguejar e desejar o fracasso daqueles que, como os capitaneados de Vasco da Gama, acreditam na força do trabalho, da inovação, do profissionalismo e do bem comum.
Trazendo o caso para a Serra de São Domingos, não há como não relacionar o episódio aos recentes acontecimentos políticos de Poços de Caldas, sobretudo o que envolve a licitação para contratação de empresa especializada na prestação de serviços de limpeza pública no município.
A administração municipal - preocupada em recuperar a cidade e, principalmente, em prestar um serviço de excelência, completo, amplo e que responda às expectativas daqueles que, cansados do “mais do mesmo”, inovaram e renovaram na última eleição municipal – elaborou um edital cujos itens vão desde a coleta regular de resíduos sólidos, passando pela coleta seletiva, educação ambiental, varrição, capina e limpeza mecanizada, entre outros.
Em resumo, um serviço de grande monta e relevância que, por sua natureza e especialização, exige cuidados e garantias em relação às empresas participantes, sob pena de prejuízos ao erário público. A partir da perspectiva da implantação de uma nova forma de se pensar a limpeza pública, os Velhos do Restelo de sempre logo se posicionaram como aves de rapina, na busca incessante pela paralisação da máquina pública.
Agora, com a liberação do processo licitatório pelo Tribunal de Contas do Estado, os ícones do mau agouro ficarão à margem, como o citado personagem de Camões, a praguejar e desejar o fracasso daqueles que, como os capitaneados de Vasco da Gama, acreditam na força do trabalho, da inovação, do profissionalismo e do bem comum.
Fernando de Paiva Posso
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