Em todas nações a imprensa tem posicionamento partidário, ora contra o governo, ora a favor, porém a isenção jornalística nos países mais desenvolvidos faz parte do trabalho informativo, levando fatos negativos, até mesmo daqueles que apoiaram, numa demonstração de neutralidade e acima de tudo imparcialidade.
Bem, aqui no Brasil a mídia, escrita, falada ou televisiva tem um partido, e o dogma principal dele é ser contra a verdade, informação aqui é feita na base do "achismo" desde o século passado quando Chateaubriand fundou "Diário Associados", os demais seguiram sua escola com algumas exceções, o grupo BAND na época do "seu João Saad", TV Excelsior que foi cassada pelos militares por um acordo feito no golpe de 64 apoiado pelo "TIO SAM" que determinou que a nova emissora "oficial do regime" seria o grupo GLOBO.
No nosso Brasil existem pessoas que acreditam na conversão de algumas, porém o grande erro, há que se admitir, está na secretária de comunicações que canaliza verbas para quem ataca o governo e preserva a oposição, não deve ter tratamento privilegiado o partido A que está no governo ou o B na oposição, obrigação seria manter isenção e igualdade na informação, porém assistimos passivamente uma emissora que foi líder e está falida, devendo a Receita e com contas bloqueadas nos bancos espinafrarem o PT enquanto o caso do Helicóptero com 450 toneladas de cocaína do amigo é preservado, o desvio de R$ 500 milhões no que se convencionou chamar de propinoduto não tem destaque e o questionamento é se o Ministro da Justiça teria agido corretamente.
Chegou a hora de um BASTA!!! Jornalismo pode e deve ser partidário, porém é bom que os neófitos de plantão lembrem se da frase de Abraham Lincoln:
"Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo.'
Sergio Paulo Terranova
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